O Que Queremos
Quatro frentes de luta concretas, com propostas legislativas reais. Não são promessas de campanha — são projetos de lei que vamos apresentar no primeiro dia de mandato.
Política do Cuidado
Quem cuida também merece ser cuidada
O trabalho de cuidado — cuidar de filhos, idosos, pessoas com deficiência — recai quase exclusivamente sobre as mulheres. Esse trabalho invisível sustenta a economia, mas não é remunerado, não gera direitos previdenciários e não é reconhecido pelo Estado. Queremos mudar isso.
Propostas concretas
Reconhecimento do trabalho doméstico não remunerado no cálculo da aposentadoria
Expansão da rede pública de creches e pré-escolas com atendimento em tempo integral
BPC garantido para mães de crianças com deficiência, independente de renda familiar
Licença-paternidade obrigatória de 30 dias para equiparar responsabilidades
Programa Nacional de Cuidadores para apoiar mulheres que cuidam de idosos
Direito à Voz e à Liderança
Representação não é favor, é democracia
As mulheres são mais de 50% da população brasileira, mas ocupam menos de 15% das cadeiras no Congresso Nacional. Isso não é coincidência — é o resultado de um sistema construído para nos manter fora do poder. Queremos representação real, não simbólica.
Propostas concretas
Cumprimento efetivo das cotas de gênero nos partidos políticos com sanção real
Financiamento público de campanha com paridade de gênero
Tipificação e punição rigorosa da violência política de gênero
Cassação automática de mandato por violência política de gênero comprovada
Reserva de vagas para mulheres em comissões parlamentares estratégicas
Tolerância Zero à Violência
Nenhuma mulher a menos
Uma mulher é assassinada a cada 6 horas no Brasil. A Lei Maria da Penha existe, mas o sistema falha na aplicação. Medidas protetivas são descumpridas. Delegacias revitimizam. Juízes minimizam. Chega. Queremos uma lei com dentes e um sistema que funcione.
Propostas concretas
Monitoramento eletrônico obrigatório para agressores com medida protetiva
Delegacias especializadas em violência doméstica em todos os municípios acima de 50 mil habitantes
Protocolo obrigatório de não-revitimização em delegacias, hospitais e fóruns
Proibição de guarda compartilhada em casos de violência doméstica comprovada
Criação de casas de acolhimento com suporte jurídico, psicológico e profissional
Fim da Fraude Institucional
O sistema não pode ser cúmplice
Hospitais que se recusam a realizar laqueaduras legais. Juízes que ignoram o Protocolo de Gênero. Partidos que usam mulheres como laranjas para cumprir cotas. Empresas que pagam menos às mulheres e chamam de 'diferença de experiência'. Isso é fraude institucional. E tem que acabar.
Propostas concretas
Multa e suspensão de hospitais que recusam laqueadura para mulheres com direito legal
Obrigatoriedade do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero em todos os tribunais
Auditoria anual de igualdade salarial nas empresas com mais de 50 funcionários
Punição para partidos que usam candidaturas femininas laranjas para cumprir cotas
Transparência total nos critérios de promoção em cargos públicos com recorte de gênero